Normal, normalíssimo ter estes olhos castanhos,
É a cor que define os meus olhos,
A cor que para sempre vou ter na minha visão,
A cor que chorará quando cair em desilusão.
A visão que tenho neste momento é tão absurda,
A visão nunca me falhou, e ela é tão nítida,
Tenho a mesma liberdade de quem tem olhos azuis,
Consigo ver a lua e nunca consegui ver todos estes sóis.
Olhos castanhos de verdade, digam-me o meu segredo,
Olhos que me seguem toda a vida, actores deste enredo,
Juntos comigo toda a vida, viram as coisas que senti,
E choraram mesmo sem ouvir aquilo que eu ouvi.
Fecho os meus olhos castanhos e sinto a melodia,
Aquela melodia que dentro de mim predomina,
O bater do meu coração, e a tua voz que ficou guardada,
A tua voz é como seda, simples, amável e sagrada.
Os olhos castanhos que tens que me fazem lembrar diamantes,
As tuas feições vistas por estes olhos que ficam brilhantes,
É por isso que contra o reflexo só te consigo ver a sombra,
Pois estes olhos castanhos conseguem sentir mais do que a boca.
A boca diz, por vezes o que não quer,
Os olhos castanhos dizem tudo o que queres saber,
Os olhos não mentem, só dizem a verdade e o carinho,
O carinho que tenho por ti, eles mostram-me o teu caminho.
Importante
"Talvez sim, talvez não.
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